Querido Espelho!
Pouca são às vezes que fui eu. Ele acabava, pedia um tempo, e decidia que comigo deveria está pra sempre. Eu, alimentava sua fome. Era assim que o medo me torturava. Ainda me tortura, me corrói, dá um tempo e decidido que comigo está para sempre. Fica. Embora que não queira. Nas poucas vezes, olhava ele no espelho de meu rosto, deve ser por isso que evito tanto os epelhos, parecendo um louco psicótico. Expressões, sorrisos, tristeza era assim que a imagem saltava brincando de ciranda. Quem me dera o descanço, aqueles que prolongasse, eterno, olhos fechados, impossível, ele sempre está lá observando, te observando. Querido, espelho, louco, pouco provável que me ame, que te ame. Todavía torço pra que fiquemos bem, meu bem. O medo é devastador, mas se ignorá-lo é possível sobreviver as turbulências existentes logo após passar pelas próximas vitrines e ele com um barulho surdo te dê um, Psiu. E quando elonquecido, sem rumo, sem alívio... vai te culpar por ele não ser ninguém, por dá tudo errado em sua vida. Então! Vamos ser torturados mais uma vez...
~ Poeta Saturnino. Cabeça-de-vênus seu Saturnino.
~ Poeta Saturnino. Cabeça-de-vênus seu Saturnino.
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